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Após decisão liminar da Justiça que suspendeu as atividades da Guarda Civil Municipal (GCM) de Ararendá por irregularidades, no dia 19 de setembro, às 12h45, a corporação deixou de atuar no município. A medida prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
A população agora se questiona se o prefeito Aristeu Eduardo irá abrir concurso público para regularizar a situação ou se a sede da GCM permanecerá desativada. Aliados políticos do gestor já haviam afirmado que o certame seria realizado, mas justificaram a ausência de edital alegando “urgência” na criação da guarda.
Até o momento, o prefeito não apresentou nenhuma declaração oficial sobre a abertura de concurso. Em vez disso, defendeu um abaixo-assinado que, segundo ele, será entregue ao Ministério Público e ao juiz responsável pelo caso. O documento teria como objetivo tentar manter a GCM em funcionamento mesmo sem concurso público, contrariando a determinação judicial.
Enquanto isso, a população segue sem respostas concretas sobre o futuro da guarda municipal em Ararendá.