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Ministério Público e Justiça reconhecem que não houve agressão praticada por, Diego Torres e mandaram arquivar o caso

Caso de possível agressão ocorrido dentro da Câmara de Ararendá-CE: Ministério Público e Justiça reconhecem que não houve agressão e mandam arquivar o caso; o que torna Diego Torres inocente e jovem buscará indenização.

Em decisão protocolada no dia 26 de agosto de 2025, o Ministério Público e o juiz responsável pelo caso reconheceram que não houve agressão no episódio ocorrido na Câmara Municipal de Ararendá, envolvendo o jovem Diego Torres e a servidora da saúde lotada no hospital municipal, Maria de Jesus Torres, conhecida como Neguinha.

Segundo a decisão, um laudo pericial e áudios anexados aos autos foram determinantes para o arquivamento. O exame médico não apontou qualquer tipo de lesão na suposta vítima, enquanto as gravações mostraram que não houve ato de agressão por parte de Diego.

Outro ponto relevante destacado no processo foi a ausência de imagens do local. Embora houvesse conhecimento público da existência de uma câmera na sala onde teria ocorrido o fato, bem como as falas em referência a ela na gravação por áudio, as gravações de vídeo não foram apresentadas pois a câmera sumiu, o que também pesou a favor da defesa.

Com o arquivamento, Diego Torres afirma que pretende ingressar com ações judiciais contra os envolvidos na acusação e buscar indenização. Pois o caso foi amplamente disseminado e Diego Torres apontado como culpado pela presidente da Câmara Municipal de Ararendá, a senhora Rachel Eduardo. Sendo a maior representante do legislativo ararendaense, suas palavras possuem um peso alto perante a sociedade, o que agora se comprovou uma injustiça ao jovem.

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